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Semeghini: a busca pelo terceiro mandato

Deputado Federal por duas vezes, Júlio Francisco Semeghini Neto foi eleito pela primeira vez no ano de 1998. Naquela eleição, ele obteve 5.243 votos em Votuporanga, e no Estado um total de 63.969. Após quatro anos, a votação de Semeghini na cidade das Brisas Suaves foi de 5.010, mas os números em São Paulo dobraram e ele alcançou a marca de 138.907.

Eleito pelo PSDB (Partido Socialista Democrático Brasileiro), Semeghini é considerado um dos fiéis escudeiros do candidato José Serra, para governo do Estado, e Geraldo Alckmin, para presidente da República.

Homem atuante e forte na Congresso Nacional, participa de quatro comissões, entre permanentes e especiais: Ciência, Tecnologia, Informática e Telecomunicações; Agricultura; Orçamento e Reforma Tributária.

Conforme ele mesmo explica, a primeira tem como objetivo cuidar de toda parte que envolve projetos de pesquisa para o Brasil. Já a comissão de Agricultura discute as relações do agronegócio brasileiro. Considerada por Semeghini como as mais importantes comissões especiais para o estado de São Paulo, na Reforma Tributária e do Orçamento, ele é membro titular.

"Acho que estou hoje nas duas comissões mais importantes que não são das permanentes que tem no Congresso", diz.

Ranking

O DIAP (Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar) todo ano faz uma pesquisa onde é apontado os 100 "cabeças" no Congresso, ou seja, os parlamentares mais atuantes. Além desta relação, é feita uma outra listagem de mais 20 nomes que estão em ascensão. De acordo com Semeghini, os 120 deputados selecionados são considerados os mais importantes.

Nos últimos 6 anos, o candidato à reeleição conta que sempre ficou entre os 100 e, em alguns casos, já teve seu nome citado entre os 20.

"Nos últimos anos, que sofri mais e sou oposição, eu fiquei entre os 20, nos outros anos que era o Fernando Henrique eu fiquei entre os 100 cabeças", conta.

Ainda segundo o deputado, há representantes do seu mesmo partido que estão, por exemplo, há 10 anos no Congresso e que nunca tiveram o nome citado na pesquisa.

"É difícil estar entre os cabeças. Isso é fruto de poder atuar nas comissões, que são importantes, que tem me dado um espaço grande para trabalhar. Isso dá oportunidade para mostrar o meu trabalho e me aproximar do Geraldo Alckmin, do Lembo, e de tantos outros setores", destaca Semeghini.

 

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